22 fevereiro 2017

O brasileiro que ficou paraplégico em tentativa de sequestro e virou 'guru' do turismo para cadeirantes



Ricardo Shimosakai em viagem ao Peru



Daniel Gallas




Ricardo quer melhorar a experiência de turistas com mobilidade como ele




O pior é que não se tratou de um incidente isolado, afirma Ricardo, mas de algo que ocorre com frequência com cadeirantes em voos no Brasil.

'Não são vistos como consumidores'

Uma das principais diferenças com os Estados Unidos e países europeus é que os aeroportos brasileiros não têm um serviço para ajudar quem usa cadeira de rodas.

A tarefa cabe às companhias aéreas, e as equipes de algumas delas são mal treinadas. Por isso, ser bem atendido vira uma questão de sorte. "No Brasil, a acessibilidade é muito precária", resume Ricardo.


A acessibilidade na Europa e nos EUA é muito melhor do que no Brasil, diz o agente de turismo


E não são apenas os aeroportos e aviões que estão abaixo dos padrões internacionais. Toda a infraestrutura de turismo é precária, mesmo em grandes cidades como São Paulo e Rio de Janeiro.

Ricardo conta ter recebido um pedido de pacote para um grupo de 22 pessoas vindas de Israel - 10 das quais eram cadeirantes.

"Não há uma empresa de transporte no Brasil que atenda 10 pessoas em cadeiras de rodas ao mesmo tempo. Nenhum hotel conseguiria hospedar a todos. Tivemos de dividi-los entre três hotéis, que ficavam distantes uns dos outros. Nunca mais o grupo entrou em contato comigo", afirma Ricardo.

Por outro lado, se as mesmas pessoas quisessem ir para a França, Ricardo poderia oferecer um atendimento bem melhor.

Ele tem um roteiro para grupos de até 14 cadeirantes, em que todos são transportados no mesmo ônibus, visitam as atrações juntas e passam a noite no mesmo hotel.

'Obrigação ou pena'

A luta por melhorias acabou fazendo parte de seu trabalho. Para poder oferecer bons pacotes turísticos, depende da estrutura existente de aeroportos, empresas de ônibus ou hotéis.


Ricardo costuma levar grupos a Paris, onde há mais facilidade para turistas com mobilidade limitada


O contato com empresários e autoridades para pedir melhorias é constante - e Ricardo já ganhou prêmios por causa do seu trabalho.

"No Brasil, pessoas com deficiência só recebem ajuda por obrigação ou pena. Ninguém as vê como consumidores, como ocorre no exterior. Outros países faturam bilhões de dólares oferecendo serviços para esse público. Mas aqui não."

Estima-se que mais de 24 milhões de pessoas tenham algum tipo de deficiência no Brasil. As estatísticas mostram que elas têm uma situação econômica delicada - a taxa de desemprego é maior entre elas e os níveis de educação, mais baixos.

"Mesmo que você tenha dinheiro, muitas coisas são negadas a quem tem deficiência", diz Andrea Koppe, da Unilehu, organização sem fins lucrativos dedicada a pessoas com deficiência.

"Algumas escolas não aceitam crianças com necessidades especiais, dizendo não ter o preparo ou a especialização necessários. Pais precisam pagar uma taxa extra por um tutor especial, no caso de estudantes com problemas de visão."

Ação afirmativa

O Brasil vem tentando mudar essa situação com ações afirmativas. Desde 1991, a lei exige que, em empresas com mais de cem funcionários, ao menos 2% sejam pessoas com deficiência.


Rota acessível? Ricardo subiu até Machu Picchu como parte de seu trabalho de pesquisa


Andrea Koppe diz que, ao longo de 20 anos, isso ajudou a transformar várias pessoas com deficiência, que antes eram ignoradas por lojas e companhias, em em consumidores de fato. O número de pessoas com deficiência no mercado de trabalho subiu de 15 mil para 350 mil.

Ainda assim, ela diz que, se a legislação fosse seguida à risca, esse número deveria ultrapassar 1 milhão. Há 11 milhões de pessoas com deficiência em idade de trabalho, e a maioria está desempregada.

Ricardo diz que ainda há muito trabalho a ser feito. Ele tenta convencer autoridades sobre a importância de criar regulamentações.

O país está prestes a privatizar alguns de seus aeroportos. O agente de turismo gostaria que os contratos de concessão exigissem a presença de empresas especializadas em atender passageiros com deficiência, como em outros lugares.

Mas, com base em sua própria experiência, a maioria dos negócios não estão dispostos a promover mudanças.

A cadeira de rodas que ele usa foi dada por uma empresa área como compensação, após a cadeira que tinha ter sido danificada porque a equipe de voo não tinha preparo nem meios para transportá-la adequadamente.

"Tentei dialogar com eles", conta Ricardo. "Mas, em vez de treinar seus funcionários, eles acharam mais fácil comprar uma cadeira nova. Eles não querem mudar."



Para assistir o vídeo clicar em

 BBC Brasil em 22/02/2017



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21 fevereiro 2017

O tempo coloca cada rei no seu trono e cada palhaço no seu circo



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Marcel Camargo

Caso estejamos seguros quanto ao que fazemos e a como agimos, caso tenhamos pautado nossas ações pela retidão e pela ética, obviamente colheremos bons frutos futuramente, pois uma coisa que a vida possui é gratidão.

Por mais que a vida nos prove que não existe mal que dure para sempre, tampouco caráter que não se desmascare ao longo dos dias, teimamos em focar nossa atenção somente no hoje, no agora, querendo que as coisas se resolvam para ontem, que as pessoas sejam conhecidas o mais rápido possível, que tudo se ajeite rapidamente. E, enquanto ruminamos o que ainda não ocorreu, vamos perdendo chances preciosas de desfrutar tudo o que já é, já está, já acontece.

Em primeiro lugar, nem tudo aquilo em que acreditamos é real, é o correto, é o merecido. Nossas verdades não são absolutas, ou seja, poderemos estar criticando alguém através de suposições infundadas, bem como poderemos estar esperando acontecer alguma coisa que jamais terá condições de se concretizar. Nem sempre estaremos certos, nem sempre nossos julgamentos terão fundamento, nem sempre mereceremos obter o que pensamos ser nosso por sei lá qual direito.

Criamos expectativas muitas vezes inalcançáveis, à medida que não movemos uma palha para realizar nossos desejos, não saímos de nossa zona de conforto, nem oferecemos algo que possa vir a retornar algo em nosso favor. Nesses casos, muitos continuam agindo da mesma forma, esperando resultados novos; permanecem se sentindo injustiçados e inutilizados, sem nem ao menos tentar mostrar o potencial que pensam possuir.

Estamos tão presos ao que o outro tem, inebriados que somos pelos apelos midiáticos que atrelam o sucesso ao acúmulo de bens materiais, dissolvendo valores éticos em meio a valores de mercado, que mal olhamos para nós mesmos e ao que fazemos de nossas vidas. Esperar pelos ajustamentos que o tempo sempre traz não significa, portanto, que seremos agraciados caso não mereçamos, ou que o outro não receberá o que nós achamos que ele não mereça.

Caso estejamos seguros quanto ao que vimos fazendo, caso tenhamos pautado nossas ações pela retidão e pela ética, obviamente colheremos bons frutos futuramente, pois uma coisa que a vida possui é gratidão. Da mesma forma, todos aqueles que agirem de forma vil, semeando discórdia e vendavais, acabarão encontrando as consequências com as quais arcarão às duras penas.

O tempo, a vida, o universo, tudo concorre ao ajustamento das ações e das omissões de cada um. E assistir a isso sempre será um prazer inenarrável.



Postado em Conti Outra



E perseguem o ex-presidente Lula com mentiras, invencionices, manipulações midiáticas e convicções sem provas !


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19 fevereiro 2017

Globo proibe a transmissão do jogo Atlético e Coritiba pela internet no YouTube : Veja a partir dos 30 minutos do vídeo



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Futebol do Paraná enfrenta a Globo




Atletiba contra a Globo


Deu chabu no Atletiba. O jogo entre Coritiba e Atlético foi suspenso neste domingo (19), em Curitiba, e terminou em protesto das duas torcidas contra a Globo.

O diretor de marketing do Atlético, Mauro Holzmann, em entrevista, acusou de “arbitrárias” a RPC/Globo e a Federação Paranaense de Futebol que proibiram hoje a transmissão do clássico Atletiba pelo Youtube.

“Eu queria explicar para as duas torcidas. Atlético e Coritiba não venderam seus direitos por essa esmola que a RPC e a TV Globo quiseram nos pagar. É um direito nosso”, fuzilou o dirigente.

A turma do prefeito de Curitiba Rafael Greca não perdeu a oportunidade para espezinhar o conselheiro Ivan Bonilha: “foi coisa da Tribunal de Contas do Estado!”

Não foi o TCE. 

O judiciário concedeu liminar contra a transmissão no Youtube atendendo a FPF e a Globo.

Os dois times deram às mãos no centro do campo ao anunciar a suspensão do jogo.

As torcidas de ambas as equipes aplaudiram os atletas.

Assista à confusão (a partir de 29 minutos).


Em tempo: de acordo com a Globo, o motivo para o cancelamento da partida é que os profissionais que fariam a transmissão da partida pelo YouTube não estariam credenciados... Quá, quá, quá!





Postado em Conversa Afiada em 19/02/2017




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