13 fevereiro 2014

O "mensalão" e o senso do ridículo





O dia em que Ayres Britto tomou LSD


Miguel do Rosário 

Eu já reproduzi esse vídeo por aqui, mas não lhe dei o merecido destaque. Ele é incrível. 

Ayres Britto, então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), num acesso de delírio, começa a discorrer sobre os indícios que o levam a achar que a Companhia Brasileira de Meios de Pagamento, a Visanet, uma multinacional com faturamento superior ao PIB de muitos países, é uma empresa pública. 

Britto afirma que a Visanet é pública porque tem a palavra “Brasileira” no nome, e a compara à Embrapa, à Embraer, etc.

Nem vou comentar aqui o fato da Embraer hoje ser privada.

Agora é assim. Se a Coca-Cola chamar sua empresa no Brasil de Companhia Brasileira de Refrigerantes ela passa automaticamente a integrar o sistema público nacional…

Quanto mais a gente examina esse julgamento, mais ridículo ele se torna. O delírio de Britto sobre a Visanet tinha uma intenção: chancelar a farsa, a qualquer preço.

Deu certo.



Postado no blog Richard Jakubaszko em 11/02/2014 


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