02 setembro 2014

Os antipetistas que só querem manter seus imensos privilégios






Carlos Motta

Qualquer um tem todo o direito de não gostar de Lula, de Dilma, do PT e dos petistas - e, por tabela, dos "esquerdistas" em geral.

Muitos associam o PT ao "comunismo" e têm convulsões só em ouvir esse nome. Geralmente são pessoas nas quais o anticomunismo é atávico, está no gene. 

Outros que pensam da mesma maneira são simplesmente desinformados ou vítimas da propaganda incessante que há décadas prega as vantagens do capitalismo sobre tudo o que existe no planeta Terra. 

Seja como for, o Brasil é uma democracia - jovem e imperfeita, ainda -, e cada um pensa como quiser. 

O que não dá para engolir, porém, é ouvir essas pessoas negarem a realidade, ou seja, que o Brasil melhorou, em todos os aspectos, desde que Lula inaugurou um governo trabalhista, lá em 2003. 

O país é hoje outro, muito melhor. 

Dezenas de milhões de pessoas foram tiradas da miséria. O mercado consumidor cresceu incrivelmente. A educação melhorou, assim como a saúde. 

Nunca houve tanto crédito à disposição para a compra de veículos e imóveis. Importantes obras de infraestrutura se espalharam pelo país todo. 

O petróleo da camada de pré-sal já é uma realidade, que pode levar o Brasil a um nível ainda mais elevado de desenvolvimento. A ignóbil desigualdade social diminuiu bastante. 

O Brasil é hoje protagonista nas mais variadas organizações internacionais, é respeitado pelas potências e tem voz ativa nas relações externas. A inflação está sob controle. A taxa de desemprego é baixa. O combate à corrupção passou a ser sistemático. 

As conquistas, em todos os campos, foram inúmeras. Mas isso não significa que estejamos no melhor dos mundos. 

Falta muito para que o Brasil seja, ao menos, um país de classe média. O caminho para se chegar a isso, contudo, foi claramente indicado pelas administrações trabalhistas. 

Os adversários do governo tentam, nesta eleição presidencial, vender todos esses êxitos como o mais retumbante fracasso. 

E oferecem ao eleitor propostas que, se executadas, resultarão, em pouco tempo, na volta a um passado que só uma ínfima minoria gostaria de reviver. 

Ao contrário dos antipetistas inocentes úteis que renegam a realidade porque isso faz parte de sua natureza, essa turma que se esconde atrás dos rostos de Aécio Neves e Marina Silva não é de brincadeira. 

São profissionais, são organizados, são unidos, são capazes de tudo para impedir que o Brasil seja um bom lugar para a imensa maioria viver. 

Seu único objetivo é impedir que a felicidade inunde todos os cantos. Querem que a riqueza seja exclusiva de seu minúsculo grupo. Querem o poder não para melhorar o mundo, mas somente para preservar os seus imensos privilégios. 




Postado no blog Crônicas do Motta em 02/09/2014


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