28 fevereiro 2017

Juliana Goes : esfumado de raiz nos olhos







MAQUIAGEM NOITE | ESFUMADO DE RAIZ


⁠⁠⁠Você quer um esfumado neutro, fácil, que funcione até em olhos pequenos? Vem aprender esse esfumado de raiz dos cílios e todo o passo a passo de make noite que preparei com carinho pra vocês!!!

Cheguei com tutorial de maquiagem que vocês tanto pediram! O esfumado de raiz é ótimo para quem tem olhos pequenos ou pouca pálpebra e quer um resultado mais marcante. O passo a passo é simples e possível de fazer com poucos produtos, separei muitas dicas para vocês! Vem comigo!


De vez em quando a gente sente aquela vontade de caprichar na produção, né? Essa inspiração de maquiagem é bem fácil de fazer, usei alguns produtos que eu adoro e podem ser multifuncionais no dia a dia. Eu repliquei nessa inspiração uma maquiagem que recentemente usei para um festival de música, esse esfumado garante mais destaque ao olhar e para os dias em que você quer sair do básico, pode ser uma ótima pedida!


Sempre que eu faço um olho mais marcante eu aposto nos cílios postiços, eles destacam bem e combinam com essa maquiagem mais esfumada, em tons mais escuros. Eu sempre gostei dos batons mais cor de boca, especialmente os marrom clarinhos, mas se você quiser pode colocar um batom mais escuro, vai ficar lindo também. Lembra que a maquiagem mais linda é aquela que não tá lá pra te esconder e sim para valorizar ainda mais o que você já tem de lindo, feita com sua personalidade!


Aproveita e já coloca um mantra, uma oração ou um padrão positivo de pensamento enquanto se embeleza. Agradeça por ser quem é e vibre auto amor em cada ritual! Te garanto que isso vai te transformando de dentro pra fora!

VEJA O PASSO A PASSO NO VÍDEO



PRODUTOS USADOS

Pó Compacto Vult – Translúcido

Lápis de olho ShopBela – Jumbo Preto

Blush Up Mosaico Dailus – cor 04 e 08

Quarteto de Sombras Planet Bronze Make B

Cola para cílios i-envy

Corretivo Naked Urban Decay – Yellow

Mascara de Cílios Chubby Lashes Clinique – Jumbo Jet

Batom Pausa para Feminices – Sarabi Matte

Gostaram? Vocês sempre me pedem um tutorial mais elaborado e esse é bem fácil de fazer, apesar de usar o preto os olhos não ficam fechados, esse esfumado abre mais o olhar.



Postado em Juliana Goes em 28/02/2017





Telas de celulares caros quebram facilmente. Relações edificadas em afeto, não



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Larissa Bittar

Há seis meses, em uma manhã gelada, conheci Moisés e Corazón de Piedra. Uma dupla formada por um rapaz e seu cavalo que ficou marcada em minha memória. Corazón de Piedra era o cavalo (forte e imponente). Moisés, um homem gentil que a todo momento perguntava como eu me sentia, não combinaria com esse apelido. Ambos me conduziram por montanhas peruanas em uma trilha inóspita que me tirou o fôlego por conta da altitude e do frio. O trajeto, apesar de penoso, tinha algo de mágico. Era um daqueles lugares nos quais os que creem sentem Deus mais perto e os que não creem sentem ao menos a vida pulsar diferente.

Durante boa parte do percurso segui calada. Estava ofegante e meio anestesiada pelo cenário enfeitado com morros coloridos. O lugar parecia deserto. Ao avançar no caminho, porém, me deparei com algumas casas simples e crianças com gorros de lã, mulheres com saias compridas e senhores com sorrisos no rosto. Imediatamente me questionei como era possível viverem ali, distantes de tudo, privados do elementar. Mas uma alegria espontânea parecia dominar o coração daquelas pessoas… e inquietar o meu.

A certa altura, com o corpo ainda sob os efeitos do ar rarefeito, minha curiosidade falou mais alto que o silêncio imposto pelo mal-estar físico. Em um espanhol improvisado perguntei a Moisés se ele era feliz. Ele parou o cavalo e disse, surpreso: “Existiria algum motivo para não ser?” Aleguei, atrevida, do alto da minha arrogância: “Talvez a ausência de coisas básicas”. Eu era, naquele momento, a típica turista que se encanta com a beleza do lugar visitado, mas insiste em enxergar o modo de vida local, livre de TVs de LED e comida instantânea, como excêntrico e inviável. Moisés respondeu em tom sereno e sincero. “Eu tenho tudo.”

Não era uma das respostas-clichê com as quais estamos acostumados em noites de Natal ou entrevistas de emprego. Não era a frase feita que tenta dourar uma vida gasta. Era ele, em sua verdade, sendo simples e reto nas palavras e na forma de ver o mundo. Descreveu que era feliz porque o filho estava na escola, onde aprendia o que importa: “matemática, cuidados com o meio ambiente e história de seu povo”. Relatou que raramente adoecia porque produzia a própria comida, que não se sentia sozinho pois tinha família e amigos na comunidade, com cerca de 80 pessoas, e se divertia nas festas regionais. Como se informa? “Pelo rádio.” Qual energia? “A solar.” Falta algo? Ele se limitou a apontar a paisagem à nossa volta… impecável, deslumbrante.

A mim falta muito. A boa parte das pessoas com quem convivo também. Na sociedade em que vivo falta o iPhone mais moderno, que vai quebrar a tela no primeiro tropeço e arruinar o dia de alguém. Daqui a um ano faltará a nova versão. Não que seja pecado querer. E não que haja um jeito certo de viver ou que ali onde estão Moisés e Corazón de Piedra a vida seja sempre boa. Mas me parece que o “sou feliz” dele tinha algo de mais franco e duradouro que o meu e o da maioria dos que conheço. Parecia mais lúcido o apreço pela natureza e o respeito às relações humanas que a idolatria pelo consumismo de euforia imediata e volátil. Parecia mais provável encontrar satisfação genuína quando não existe a angústia de precisar ter um milhão de coisas para preencher sabe-se lá o quê.

Sei que o afeto que vi em Moisés ao falar do filho também existe em famílias instaladas em metrópoles. Sei que as mais variadas formas de felicidade se manifestam pelos quatro cantos do planeta, sem muitas regras, e que não dá para apontar a maneira certa de construir uma trajetória. Mas percebi que pelas bandas de cá, subestimamos o essencial na ilusão de que o supérfluo suprirá os vazios. Negligenciamos tempo para conseguir status. Perdemos a noção.

A gente tem o direito de ter quatro tênis da Nike e ir a baladas nas quais é normal jogar champanhe caro para cima. Mas não foi no shopping nem nessas festas que encontrei o verdadeiro sentido de paz de espírito. Foi no meio do nada e, ao mesmo tempo de tudo, em uma comunidade com cavalos e lhamas, energia renovável, famílias em trajes artesanais e homens com orgulho e gratidão pelo que possuem e por serem quem são.


Postado em Revista Bula







27 fevereiro 2017

A inteligência como fator de atração sexual. Será ?


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A inteligência é afrodisíaca

Marcel Camargo 

A inteligência é um atributo inerente, que não envelhece, como se fosse algo que viesse junto com a pessoa e ali ficará para sempre. É algo líquido e certo, pois transmite segurança, proteção e, portanto, atrai, acende a nossa libido.

O termo “afrodisíaco” remonta à deusa grega Afrodite, divindade atrelada ao amor como um todo, sendo atribuído a quaisquer substâncias tidas como estimulantes sexuais. Não existe comprovação científica de que haja relação entre o consumo delas e o aumento do apetite sexual, porém, o termo já se incorporou ao vocabulário popular, uma vez que é usado para caracterizar alimentos, produtos e características pessoais que incitam a libido das pessoas.

Não dá para explicar direito o que nos atrai, o que realmente nas pessoas nos chama a atenção, mexendo conosco, com nossas emoções. Após termos uma certa convivência com alguém, muitas vezes acabamos sentindo algo a mais, sendo atraídos para além de mera amizade. Outras vezes, já na primeira vez que conversamos com uma pessoa, nós nos sentimos atraídos, sem conseguirmos explicar o motivo de fato.

Embora também possamos ser atraídos apenas visualmente, só de ver alguém que nos chame a atenção, mesmo de longe, ainda que nem tenhamos ouvido a sua voz, os sentimentos mais intensos, que nos embaralharão os sentidos, ocorrerão quando estivermos diante de alguém com quem possuímos certa convivência. Mesmo que apenas nos esbarremos com a pessoa pelos corredores da empresa e conversemos futilidades, a atração não se explica racionalmente.

Sem que precisemos recorrer a dados de pesquisa ou a argumentos científicos, certo é que a inteligência é um poderoso afrodisíaco, ou seja, pessoas inteligentes, intelectuais, escritores, acabam por se tornar atraentes para muitas pessoas. Alguém que transmita sabedoria e cultura, ainda que não possua atributos físicos, irá atrair muitos olhares, irá derreter corações por onde passar, simplesmente porque conteúdo não acaba, conhecimento ninguém nos tira – conhecimento atiça a libido.

Assim, a inteligência se nos apresenta como uma força inerente, que não envelhece, como se fosse algo que vem junto com a pessoa e ali ficará para sempre. É algo líquido e certo, pois transmite segurança, proteção e, portanto, atrai. Pessoas inteligentes conseguem buscar soluções, resolver problemas, rir de si mesmas, o que faz toda a diferença em qualquer tipo de relacionamento. Pessoas inteligentes assim permanecem com a passagem do tempo, que não lhes rouba o que possuem de mais precioso.

Enfim, a inteligência é algo com o que sabemos que poderemos contar, sem data de validade, algo permanente e imutável, algo que somente se amplia. E apenas quem é inteligente o bastante se coloca no lugar do outro, entendendo o que o compromisso afetivo requer, o que fere o semelhante, o que alimenta o amor verdadeiramente compartilhado, para além dos lençóis e das aparências vãs.



Postado em Conti Outra



25 fevereiro 2017

Regrinhas . . .


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[VÍDEO] Cuidado com as “regrinhas”


Stephanie Brito



Você já tem 30 anos, tá na hora de casar!

Você é muito tímido, pessoas tímidas não conseguem falar em público.

Você não tem mais idade para usar essa roupa.

Você é casado(a), não pode ir para uma festa sem sua esposa/marido!

Uma pessoa espiritualizada não pode ter carro/iPhone/sapatos e roupas de marca/joias/etc.

CUIDADO !

Esse vídeo é um alerta para você ficar muito atento quando alguém tentar te convencer de que certos limites são regras!







Postado em Desassossegada em 23/02/2017



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Carnaval em tempos de Golpe ! Marchinhas 2017



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22 fevereiro 2017

O brasileiro que ficou paraplégico em tentativa de sequestro e virou 'guru' do turismo para cadeirantes



Ricardo Shimosakai em viagem ao Peru



Daniel Gallas




Ricardo quer melhorar a experiência de turistas com mobilidade como ele




O pior é que não se tratou de um incidente isolado, afirma Ricardo, mas de algo que ocorre com frequência com cadeirantes em voos no Brasil.

'Não são vistos como consumidores'

Uma das principais diferenças com os Estados Unidos e países europeus é que os aeroportos brasileiros não têm um serviço para ajudar quem usa cadeira de rodas.

A tarefa cabe às companhias aéreas, e as equipes de algumas delas são mal treinadas. Por isso, ser bem atendido vira uma questão de sorte. "No Brasil, a acessibilidade é muito precária", resume Ricardo.


A acessibilidade na Europa e nos EUA é muito melhor do que no Brasil, diz o agente de turismo


E não são apenas os aeroportos e aviões que estão abaixo dos padrões internacionais. Toda a infraestrutura de turismo é precária, mesmo em grandes cidades como São Paulo e Rio de Janeiro.

Ricardo conta ter recebido um pedido de pacote para um grupo de 22 pessoas vindas de Israel - 10 das quais eram cadeirantes.

"Não há uma empresa de transporte no Brasil que atenda 10 pessoas em cadeiras de rodas ao mesmo tempo. Nenhum hotel conseguiria hospedar a todos. Tivemos de dividi-los entre três hotéis, que ficavam distantes uns dos outros. Nunca mais o grupo entrou em contato comigo", afirma Ricardo.

Por outro lado, se as mesmas pessoas quisessem ir para a França, Ricardo poderia oferecer um atendimento bem melhor.

Ele tem um roteiro para grupos de até 14 cadeirantes, em que todos são transportados no mesmo ônibus, visitam as atrações juntas e passam a noite no mesmo hotel.

'Obrigação ou pena'

A luta por melhorias acabou fazendo parte de seu trabalho. Para poder oferecer bons pacotes turísticos, depende da estrutura existente de aeroportos, empresas de ônibus ou hotéis.


Ricardo costuma levar grupos a Paris, onde há mais facilidade para turistas com mobilidade limitada


O contato com empresários e autoridades para pedir melhorias é constante - e Ricardo já ganhou prêmios por causa do seu trabalho.

"No Brasil, pessoas com deficiência só recebem ajuda por obrigação ou pena. Ninguém as vê como consumidores, como ocorre no exterior. Outros países faturam bilhões de dólares oferecendo serviços para esse público. Mas aqui não."

Estima-se que mais de 24 milhões de pessoas tenham algum tipo de deficiência no Brasil. As estatísticas mostram que elas têm uma situação econômica delicada - a taxa de desemprego é maior entre elas e os níveis de educação, mais baixos.

"Mesmo que você tenha dinheiro, muitas coisas são negadas a quem tem deficiência", diz Andrea Koppe, da Unilehu, organização sem fins lucrativos dedicada a pessoas com deficiência.

"Algumas escolas não aceitam crianças com necessidades especiais, dizendo não ter o preparo ou a especialização necessários. Pais precisam pagar uma taxa extra por um tutor especial, no caso de estudantes com problemas de visão."

Ação afirmativa

O Brasil vem tentando mudar essa situação com ações afirmativas. Desde 1991, a lei exige que, em empresas com mais de cem funcionários, ao menos 2% sejam pessoas com deficiência.


Rota acessível? Ricardo subiu até Machu Picchu como parte de seu trabalho de pesquisa


Andrea Koppe diz que, ao longo de 20 anos, isso ajudou a transformar várias pessoas com deficiência, que antes eram ignoradas por lojas e companhias, em em consumidores de fato. O número de pessoas com deficiência no mercado de trabalho subiu de 15 mil para 350 mil.

Ainda assim, ela diz que, se a legislação fosse seguida à risca, esse número deveria ultrapassar 1 milhão. Há 11 milhões de pessoas com deficiência em idade de trabalho, e a maioria está desempregada.

Ricardo diz que ainda há muito trabalho a ser feito. Ele tenta convencer autoridades sobre a importância de criar regulamentações.

O país está prestes a privatizar alguns de seus aeroportos. O agente de turismo gostaria que os contratos de concessão exigissem a presença de empresas especializadas em atender passageiros com deficiência, como em outros lugares.

Mas, com base em sua própria experiência, a maioria dos negócios não estão dispostos a promover mudanças.

A cadeira de rodas que ele usa foi dada por uma empresa área como compensação, após a cadeira que tinha ter sido danificada porque a equipe de voo não tinha preparo nem meios para transportá-la adequadamente.

"Tentei dialogar com eles", conta Ricardo. "Mas, em vez de treinar seus funcionários, eles acharam mais fácil comprar uma cadeira nova. Eles não querem mudar."



Para assistir o vídeo clicar em

 BBC Brasil em 22/02/2017



Cabelo e maquiagem Carnaval 2017



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Carnaval 2017: Maquiagem, unhas decoradas, looks e penteados:


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21 fevereiro 2017

O tempo coloca cada rei no seu trono e cada palhaço no seu circo



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Marcel Camargo

Caso estejamos seguros quanto ao que fazemos e a como agimos, caso tenhamos pautado nossas ações pela retidão e pela ética, obviamente colheremos bons frutos futuramente, pois uma coisa que a vida possui é gratidão.

Por mais que a vida nos prove que não existe mal que dure para sempre, tampouco caráter que não se desmascare ao longo dos dias, teimamos em focar nossa atenção somente no hoje, no agora, querendo que as coisas se resolvam para ontem, que as pessoas sejam conhecidas o mais rápido possível, que tudo se ajeite rapidamente. E, enquanto ruminamos o que ainda não ocorreu, vamos perdendo chances preciosas de desfrutar tudo o que já é, já está, já acontece.

Em primeiro lugar, nem tudo aquilo em que acreditamos é real, é o correto, é o merecido. Nossas verdades não são absolutas, ou seja, poderemos estar criticando alguém através de suposições infundadas, bem como poderemos estar esperando acontecer alguma coisa que jamais terá condições de se concretizar. Nem sempre estaremos certos, nem sempre nossos julgamentos terão fundamento, nem sempre mereceremos obter o que pensamos ser nosso por sei lá qual direito.

Criamos expectativas muitas vezes inalcançáveis, à medida que não movemos uma palha para realizar nossos desejos, não saímos de nossa zona de conforto, nem oferecemos algo que possa vir a retornar algo em nosso favor. Nesses casos, muitos continuam agindo da mesma forma, esperando resultados novos; permanecem se sentindo injustiçados e inutilizados, sem nem ao menos tentar mostrar o potencial que pensam possuir.

Estamos tão presos ao que o outro tem, inebriados que somos pelos apelos midiáticos que atrelam o sucesso ao acúmulo de bens materiais, dissolvendo valores éticos em meio a valores de mercado, que mal olhamos para nós mesmos e ao que fazemos de nossas vidas. Esperar pelos ajustamentos que o tempo sempre traz não significa, portanto, que seremos agraciados caso não mereçamos, ou que o outro não receberá o que nós achamos que ele não mereça.

Caso estejamos seguros quanto ao que vimos fazendo, caso tenhamos pautado nossas ações pela retidão e pela ética, obviamente colheremos bons frutos futuramente, pois uma coisa que a vida possui é gratidão. Da mesma forma, todos aqueles que agirem de forma vil, semeando discórdia e vendavais, acabarão encontrando as consequências com as quais arcarão às duras penas.

O tempo, a vida, o universo, tudo concorre ao ajustamento das ações e das omissões de cada um. E assistir a isso sempre será um prazer inenarrável.



Postado em Conti Outra



E perseguem o ex-presidente Lula com mentiras, invencionices, manipulações midiáticas e convicções sem provas !


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19 fevereiro 2017

Globo proibe a transmissão do jogo Atlético e Coritiba pela internet no YouTube : Veja a partir dos 30 minutos do vídeo



Atletiba.jpg


Futebol do Paraná enfrenta a Globo




Atletiba contra a Globo


Deu chabu no Atletiba. O jogo entre Coritiba e Atlético foi suspenso neste domingo (19), em Curitiba, e terminou em protesto das duas torcidas contra a Globo.

O diretor de marketing do Atlético, Mauro Holzmann, em entrevista, acusou de “arbitrárias” a RPC/Globo e a Federação Paranaense de Futebol que proibiram hoje a transmissão do clássico Atletiba pelo Youtube.

“Eu queria explicar para as duas torcidas. Atlético e Coritiba não venderam seus direitos por essa esmola que a RPC e a TV Globo quiseram nos pagar. É um direito nosso”, fuzilou o dirigente.

A turma do prefeito de Curitiba Rafael Greca não perdeu a oportunidade para espezinhar o conselheiro Ivan Bonilha: “foi coisa da Tribunal de Contas do Estado!”

Não foi o TCE. 

O judiciário concedeu liminar contra a transmissão no Youtube atendendo a FPF e a Globo.

Os dois times deram às mãos no centro do campo ao anunciar a suspensão do jogo.

As torcidas de ambas as equipes aplaudiram os atletas.

Assista à confusão (a partir de 29 minutos).


Em tempo: de acordo com a Globo, o motivo para o cancelamento da partida é que os profissionais que fariam a transmissão da partida pelo YouTube não estariam credenciados... Quá, quá, quá!





Postado em Conversa Afiada em 19/02/2017




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